No Ofício das Trevas, a lembrança do sofrimento de Cristo

Silêncio. A igreja está escura, iluminada apenas pelo candelabro com 15 velas acesas no presbitério. O som das matracas, introduzem a equipe de celebração presidida pelo pároco Pe. Sílvio César da Silva, SDB, assistido pelo Dc. José Júnior, SDB, relembrando o desespero dos inimigos e a alteração da natureza quando da morte de Jesus Cristo na cruz. É o início do rito conhecido como Ofício das Trevas, antiga celebração da Semana Santa na Igreja que pouco a pouco vem sendo retomada em inúmeras paróquias.

A cada pequeno canto introdutório, é seguida a leitura de um salmo, após o qual Pe. Sìlvio apaga duas velas, trazendo à lembrança o abandono de Jesus Cristo à própria sorte por seus discípulos, durante sua Paixão.

Após a leitura do último salmo, quando resta apenas uma vela acesa, acima de todas no candelabro e que não será apagada, Pe. Sìlvio a retira do candelabro e a leva para trás do altar, significando Jesus Cristo, que se ausenta dentre os homens, mas sua glória não se apaga, e que retornará após três dias, confirmando, com sua ressurreição, que Ele é a luz do mundo.

Fonte: PASCOM Santa Teresinha

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