Caminhando entre estrelas

Dom Bosco dizia que “O Senhor colocou-nos no mundo para os outros” e isso significa que quando recebemos um dom de Deus e não o colocamos a serviço, ele de nada serve nem para nós mesmos, mas, quando o recebemos e o doamos para os outros, ele transforma-se de dom em talento.

E é isso que com alegria constatamos em nossa paróquia, quando temos notícia de que mais um paroquiano nosso descobre um talento em si e o coloca a serviço dos outros. É o caso de Gilson Marques, um dos membros da Catequese Familiar e da Lectio Divina, que agora nos presenteia com a publicação de um livro seu, “Caminhando entre estrelas”.

Vejamos o que diz George Barcat, professor da Palas Athena, responsável pela apresentação na quarta capa do referido livro: “Trata-se de um livro que narra os acontecimentos externos e internos de uma peregrinação. Nestas narrativas pude ver o quanto Gilson é capaz de conciliar duas disposições de ânimo essenciais à vida humana: a solicitude e a solitude.
Descobrimos a solicitude de Gilson já no propósito que o levou a escrever o diário: a vontade de incentivar, inspirar e auxiliar outros peregrinos. E vemos o quanto ele a praticou durante os 38 dias de sua jornada.
Ao longo do diário, podemos vê-lo interagir prestativamente com outras pessoas e também com as situações e as surpresas que foi encontrando durante a peregrinação. Solicitude é disponibilidade e prontidão; é capacidade de aceitar e retribuir amorosamente o que a vida nos prepara e serve. Sem solicitude, nenhuma vida em comum é saudável.
Ao mesmo tempo em que vemos o autor interagir com as circunstâncias, podemos ver o movimento que ele faz em direção à sua própria interioridade – ao caminhar e conviver, Gilson não deixa de desfrutar da solitude.
Porém, essa solidão está léguas de ser um isolamento; ela é um profundo recolhimento em si mesmo por meio do qual o mundo e seus habitantes se tornam mais próximos e compreensíveis. Sem momentos de solidão, a jornada jamais seria uma peregrinação, ao invés disso, se reduziria rapidamente a um mero e agradável passeio.”

Já no prefácio, Dom Bernardo Bonowitz, OCSO (Abade da Abadia Trapista Nossa Senhora do Novo Mundo) atiça nossa vontade de conhecer essa obra, nos relatando que “É impossível ler mais de algumas páginas do texto de Gilson sem se encontrar dentro dele. Você não consegue deixar de experimentar a alegria, o esforço, o cansaço, a delícia da refeição partilhada assim como uma merecida noite de sono e uma partida cedo, à luz das estrelas. Mas nossa identificação vai além disso. Não sei se era esta a intenção de Gilson, mas o leitor deste diário de peregrinação necessariamente se vê pausando com frequência na medida em que lê, indo mais devagar e perguntando, “O que realmente importa na vida? O que realmente devo fazer neste breve tempo que me é demarcado? O que eu preciso tirar da minha mochila – algo que pode ser sedutor e brilhante, mas desnecessário e em última instância, algo que distrai? Como posso redescobrir e reassumir minha identidade de peregrino, nossa identidade universal de homo viator?” Este relato narrado com simplicidade toma posse de você e lhe faz questionar e reavaliar e rezar por autenticidade.”

Acompanhe nossa página no Facebook para saber do lançamento oficial desse diário e participar com toda nossa comunidade desse momento de graça e alegria para nossa paróquia.

Fonte: PASCOM Santa Teresinha

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